sábado, 24 de janeiro de 2015

sábado, 17 de janeiro de 2015

José Augusto Sousa à frente do PSD courense

P1010816José Augusto Sousa, actual líder da bancada social-democrata na Assembleia Municipal de Paredes de Coura, é o novo presidente da estrutura concelhia do PSD. A acompanhá-lo tem alguns nomes que já faziam parte daquele organização, mas também novos elementos que, nos últimos anos, têm conquistado algum protagonismo no partido.

É o caso, por exemplo, de André Rodrigues, um dos elementos que o PSD courense conseguiu eleger em Outubro de 2013 para a Assembleia Municipal e que faz agora também parte da equipa de José Augusto Sousa. Além de André Rodrigues, também David Saraiva, presidente da Junta de Freguesia de Rubiães, e Helena Ramos, vereadora social-democrata na autarquia courense, surgem a acompanhar o novo líder da concelhia.

A equipa de José Augusto Sousa inclui ainda alguns repetentes, casos de Vitor Domingues e Miguel Montenegro Barros, que já faziam parte da anterior concelhia, liderada por Paulo Castro. João Manuel Cunha e Paulo Rosa completam o lote de elementos da comissão política de secção. Na mesa do plenário, a presidência é assumida por Ângelo Ferreira, um histórico do partido, dela fazendo ainda parte João Cunha, Hermínia Pereira e José Caldas de Sousa.

O desenvolvimento económico do concelho é um dos principais objectivos de José Augusto Sousa que, em declarações à rádio Vale do Minho, referiu que o PSD courense tem defendido um conjunto de medidas pelas quais se continuará a bater, nomeadamente o aumento da dedução do IRS e a isenção de derrama. “Temos de aumentar o rendimento das pessoas. Mantendo os níveis de apoio à cultura que temos, há que encontrar forma das pessoas chegarem a casa com melhores condições de vida”, acrescentou o líder dos social-democratas courenses que diz que “não podemos continuar a apostar na cultura como fonte de rendimento”. Entre as soluções propostas por José Augusto Sousa está, por exemplo, “a realização de transportes públicos promovidos pela câmara municipal, de forma a reduzir a factura do transporte”.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Acessibilidades: de promessas antigas a recusas recentes

a3 - nó paredes de coura

Parece sina. Cinco meses depois do meu último escrito aqui por estas bandas, acordei com vontade de voltar a escrever. Não sei com que periodicidade, nem se isto é para continuar ou não, mas o certo é que me apeteceu escrever e por isso, aqui estou. O curioso é que, em cima da mesa, o assunto era um velho conhecido: acessibilidades. E é curioso porque este foi um dos temas com que abri o “velho” Mais pelo Minho, em Novembro de 2005. Aliás, recuando mais no tempo, este foi precisamente o primeiro assunto sobre o qual escrevi em Maio de 1998, acabadinho de “aterrar” no Minho pela primeira vez, na altura nas páginas do Correio da Manhã.

A diferença, entre agora e 1998, é que na altura o assunto era o reforço das acessibilidades e agora discute-se a falta delas… incompletas desde 1998, quando abriu a A3 e ficou por fazer o acesso directo de Paredes de Coura ao nó de Sapardos. Desde então muitas promessas,alguns concursos, muita retórica, algumas melhorias na estrada existente…. e nada de acesso directo. Nos últimos meses o assunto voltou a ser terma de conversa, depois da Câmara de Paredes de Coura ter voltado à carga, tentando incluir a rectificação do traçado da EN303 num pacote que previa a execução duma via de ligação da A3 às zonas industriais de Formariz e Castanheira. O argumento utilizado, aliás, era precisamente o aumento da atractividade dessas áreas industriais com uma melhor via de acesso, num traçado com menos de 9 kms que permitiria, por exemplo, reduzir o número de curvas, aumentar os raios de curvatura e, tudo somado, encurtar a viagem em alguns minutos.

Apesar disso, até agora, não chegaram notícias muito animadoras. Ainda ontem, a comunicação social dava conta das preocupações do deputado socialista Jorge Fão, eleito pelo círculo de Viana do Castelo, relativamente à não inclusão da melhoria dos acessos rodoviários a Paredes de Coura no plano de investimentos da Estradas de Portugal para o período 2015-2019. Nota o deputado que a melhoria dos acessos, quer a partir da A3, quer a partir da A28, não é objecto de qualquer referência, o que faz com que o concelho courense seja, no distrito, o que tem piores acessibilidades rodoviárias.

Um lamento que, infelizmente, é tantas vezes partilhado pelos que aqui residem. Até quando?

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

PDM em discussão pública

vista aérea coura

O Plano Director Municipal de Paredes de Coura já está disponível para consulta e discussão pública nos Paços do Concelho e também online, através deste link. Até 29 de Setembro, cabe a todos os courenses ver o que o futuro lhes reserva em termos de planeamento urbanístico e, eventualmente, reclamar ou sugerir alterações.